Design e Comunicação Multissensorial: Lygia Clark – A Casa é o Corpo: Labirinto


Lygia Clark – A Casa é o Corpo: Labirinto

Em seu trabalho, Lygia sempre busca a interação do espectador por objetos sensorias, como sacos plásticos, pedras, conchas, luvas, despertando assim as sensações e fantasias.

Uma exposição que me chamou atenção foi a “A Casa é o Corpo: Labirinto” de 1968. Foi instalada no MAM – RJ e posteriormente na Bienal de Veneza. A obra tem 8 metros de comprimento e simula um imenso útero a ser penetrado pelo visitante, que reproduz as sensações de um parto, pois é levado a experimentar sensações táteis ao passar por compartimentos denominados “penetração”, “ovulação”, “germinação” e “expulsão” do ser vivo. O homem, se torna um organizmo vivo, inverte os conceitos casa e corpo. Agora o corpo é a casa.
Design e Comunicação Multissensorial: Lygia Clark – A Casa é o Corpo: Labirinto

cannibalism and collage

i think i can claim that a piece of mine (such as Auto-timer performance) has a cannibalistic approach (or appropriative nature, in other words) in it, if we agree with David Hockney that this piece of Van Eyck relies in collage as much as his own Pearblossom Highway does.

smiling and enjoying your work as an artist

when you doesn’t smile after an artistic performance, you deprive the right of the audience to enjoy it. it is the responsibility of the artist to allow people to enjoy the work. avantagarde/edgy work can possibly make people feel they don’t quite understand it. by smiling, you help them. also often the artist doesn’t really know what is his work, so he should open it to people.

poeme numerique, baltan laboratories, david rokeby